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Rato de esgoto pode contaminar sua casa .

Cuidado com rato de telhado.

Os Ratos pode contaminar voce?

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Problemas com Ratos ?

Condominios de casas 

casas de repouso 

Predios em São Paulo.

Os ratos são pequenos roedores muito perigosos, porque transmitem várias doenças. Podem atacar homens e animais, comem e inutilizam grandes quantidades de alimentos armazenados ou durante sua plantação ou colheita. Entre os mais perniciosos, todos importados, podemos citar: 

- Ratazana (Rattus n. norvegicus): é o maior deles, medindo 21cm de corpo e 18 de cauda. Vive perto de águas doce, salgada ou salobra, nada e mergulha muito bem e come de tudo, mesmo animais vivos ou mortos e até outros ratos; 

- Camundongo (Mus musculus brevirostris): é o menor dos aqui mencionados, tendo 9cm de corpo e 9 de cauda. É muito comum e vive principalmente nas casas e outras instalações; 

- Rato preto (Rattus r. rattus): com 19cm e cauda de 6cm, vive em lugares secos como armazéns, forros e tetos de casas, etc. e dá 3 a 4 ninhadas por ano, com a média de 3 a 10 filhotes em cada uma; 

- Rato pardo (Rattus r. alexandrinus): com o ventre branco e dorso acinzentado, sendo parecido com o preto, inclusive em seus hábitos; 

- Rato de barriga branca (Rattus r. frugivorus): com o dorso avermelhado e a barriga branca, de onde vem o seu nome popular, tem os mesmos hábitos dos outros, vivendo nas casas e instalações rurais. 

A desratização ou o seu combate é feito por meio de armadilhas, ratoeiras, gases, etc., mas o mais usado são as iscas envenenadas com produtos químicos à base de anticoagulantes do sangue, matando-os por hemorragias internas. 

Esses produtos têm a vantagem de os ratos não perceberem que estão sendo envenenados, não demonstrando tal fato aos seus companheiros que, por isso, continuam comendo a isca, sem perceberem o perigo a que estão expostos pois, caso contrário, não mais a comeriam. Além disso, morrem de morte aparentemente natural, o que não assusta os "companheiros". 

Os ratos envenenados morrem em geral ao ar livre, evitando sua decomposição em locais de difícil acesso, mas que permitem a saída do mal cheiro. Os mortos por esses raticidas têm os pêlos eriçados, hemorragias nas mucosas nasais e nos olhos, órgãos genitais das fêmeas, na pele e edemas das regiões atingidas. Variadas são, também, as hemorragias internas. Cada raticida deve ser empregado de acordo com suas especificações. 

Existe uma alternativa bastante eficiente, sem que haja necessidade do uso de produtos químicos. Essa alternativa consiste na utilização de aparelhos eletrônicos que, através da emissão de ultra-som, afastam os ratos da área de ação das ondas. Essas ondas sonoras não são captadas pelos ouvidos de homems e animais domésticos como cães e gatos, mas são bastante eficientes contra ratos e morcegos. 

Número de ratos 

Segundo especialistas no assunto, quando não vemos nenhum rato no sítio, fazenda ou granja é porque existem menos de 100 desses animais nas instalações do imóvel. Quando são vistos ocasionalmente, À noite, há entre 100 e 500. Quando são vistos normalmente À noite e ocasionalmente de dia, há entre 500 e 1.000 exemplares e quando são vistos normalmente durante o dia, devem ser acima de 1.000 indivíduos, podendo atingir 5.000 ou até mais, sendo difícil determinar o número certo. 

Os ratos estragam mais alimentos do que consomem. Em um ano, um só rato pode estragar 10kg de alimentos e devido à existência desses animais em quantidades enormes, podemos imaginar o que isso significa e podemos avaliar, também, a importância do combate a esses animais. Além dos alimentos, sendo roedores, os ratos destroem as instalações, fazendo buracos nas paredes, telas e até em cimento das instalações rurais e das casas, dando outros grandes prejuízos. 

Em resumo, para combater os ratos, devemos tomar as medidas necessárias para que não tenham acesso à alimentação, vedando-lhes as entradas para depósitos, cochos de ração e outros alimentos. Além disso devemos adotar um eficiente combate através do uso de raticidas.

Saiba quais são as principais doenças transmitidas pelos ratoA leptospirose, doença transmitida pela urina dos ratos, é apenas uma das diversas doenças que esses roedores podem nos passar. Confira a lista de enfermidades e aprenda a manter distância deles:

Leptospirose: causada por bactérias que ficam alojadas nos rins dos roedores. Por isso, acabam sendo transmitidas pela urina deles. Penetram nos homens pelas mucosas ou através de algum machucado. Quando ocorrem as enchentes, aumentam os casos de leptospirose.  O tratamento é feito com antibióticos, mas se a doença não for descoberta a tempo, pode levar à morte.

Peste bubônica ou peste negra: uma das doenças mais antigas que se têm registros. Transmitida pela pulga do rato de telhado. Até hoje, mata pessoas ao redor do mundo.  Assim como a leptospirose, a peste bubônica também é tratada com antibióticos.

Tifo murino ou febre murina: também transmitida pela pulga do rato de telhado. Seu tratamento também é por antibióticos.

Febre da mordida do rato: como o nome diz, é transmitida pela mordida do roedor, quando ele está infectado. Também é passada através da ingestão de alimentos infectados pela saliva do roedor. Causa febre, vômitos e dores musculares. Pode evoluir para pneumonia e até infartos. O tratamento é feito com antibióticos, como a penicilina.

Quais são os sintomas da Leptospirose?

Os principais da leptospirose são:

  • febre;
  • dor de cabeça;
  • dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas.

Podem também ocorrer vômitos, diarreia e tosse. Nas formas graves, geralmente aparece icterícia (pele e olhos amarelados), sangramento e alterações urinárias. Pode haver necessidade de internação hospitalar.

O período de incubação, ou seja, tempo que a pessoa leva para manifestar os sintomas desde a infecção da doença, pode variar de 1 a 30 dias e normalmente ocorre entre 7 a 14 dias após a exposição a situações de risco.

Quais são as complicações da Leptospirose?

Em aproximadamente 15% dos pacientes com leptospirose, ocorre a evolução para manifestações clínicas graves, que tipicamente iniciam-se após a primeira semana de doença, mas que pode ocorrer mais cedo, especialmente em pacientes com apresentações fulminantes. A manifestação clássica da leptospirose grave é a síndrome de Weil, caracterizada pela tríade de icterícia, insuficiência renal e hemorragias, mais comumente pulmonar.

Entretanto, essas manifestações podem se apresentar concomitantemente ou isoladamente na fase tardia da doença. A síndrome de hemorragia pulmonar é caracterizada por lesão pulmonar aguda e sangramento pulmonar maciço e vem sendo cada vez mais reconhecida no Brasil como uma manifestação distinta e importante da leptospirose na fase tardia. Enquanto a letalidade média para os casos de leptospirose confirmados no Brasil é de 9%, a letalidade para os pacientes que desenvolvem hemorragia pulmonar é maior que 50%.

A icterícia é considerada um sinal característico e tipicamente apresenta uma tonalidade alaranjada muito intensa (icterícia rubínica) e geralmente aparece entre o 3º e o 7º dia da doença. A presença de icterícia é frequentemente usada para auxiliar no diagnóstico da leptospirose, sendo um preditor de pior prognóstico, devido à sua associação com a síndrome de Weil. No entanto, é importante notar que manifestações graves da leptospirose, como a hemorragia pulmonar e insuficiência renal, podem ocorrer em pacientes anictéricos.

O comprometimento pulmonar da leptospirose se expressa com tosse seca, dispneia, expectoração hemoptóica e, ocasionalmente, dor torácica e cianose. A hemoptise franca denota extrema gravidade e pode ocorrer de forma súbita, levando a insuficiência respiratória – síndrome da hemorragia pulmonar aguda e síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) – e óbito. Por outro lado, na maioria dos pacientes, a hemorragia pulmonar maciça não é identificada até que uma radiografia de tórax seja realizada ou que o paciente seja submetido à intubação orotraqueal. Assim, os médicos devem manter uma suspeição para a forma pulmonar grave da leptospirose em pacientes que apresentem febre e sinais de insuficiência respiratória, independentemente da presença de hemoptise.

Além disso, a leptospirose pode causar uma síndrome da angústia respiratória aguda na ausência de sangramento pulmonar. A leptospirose pode causar outros tipos de diátese hemorrágica, frequentemente em associação com trombocitopenia. Além de sangramento nos pulmões, os fenômenos hemorrágicos podem ocorrer na pele (petéquias, equimoses e sangramento nos locais de venopunção), nas conjuntivas e em outras mucosas ou órgãos internos, inclusive no sistema nervoso central. A insuficiência renal aguda é uma importante complicação da fase tardia da leptospirose e ocorre em 16 a 40% dos pacientes.

A leptospirose causa uma forma peculiar de insuficiência renal aguda, caracterizada geralmente por ser não oligúrica e hipocalêmica, devido à inibição de reabsorção de sódio nos túbulos renais proximais, aumento no aporte distal de sódio e consequente perda de potássio. Durante esse estágio inicial, o débito urinário é normal a elevado, os níveis séricos de creatinina e uréia aumentam e o paciente pode desenvolver hipocalemia moderada a grave. Com a perda progressiva do volume intravascular, os pacientes desenvolvem insuficiência renal oligúrica, devido à azotemia pré-renal. Nesse estágio, os níveis de potássio começam a subir para valores normais ou elevados. Devido à perda contínua de volume, os pacientes podem desenvolver necrose tubular aguda e não irão responder à reposição intravascular de fluidos, necessitando o início imediato de diálise para tratamento da insuficiência renal aguda.

Outras manifestações frequentes na forma grave da leptospirose são:

  • miocardite, acompanhada ou não de choque e arritmias;
  • agravadas por distúrbios eletrolíticos;
  • pancreatite;
  • anemia e distúrbios neurológicos como confusão, delírio, alucinações e sinais de irritação meníngea.

A leptospirose é uma causa relativamente frequente de meningite asséptica. Menos frequentemente ocorrem encefalite, paralisias focais, espasticidade, nistagmo, convulsões, distúrbios visuais de origem central, neurite periférica, paralisia de nervos cranianos, radiculite, síndrome de Guillain-BarréGuillain-Barré e mielite.

 

 

 

Hantavirose: Passada pela saliva e pela urina dos ratos. Causa uma virose que pode ser mortal se não tratada. Não há tratamento específico para a doença. Tratam-se apenas as infecções pulmonares que ela causa.

Sarnas, alergias: o pelo dos ratos e o contato com os roedores podem causar sarnas e alergias.

DESRATIZAÇÃO - Por que é importantante a desratização de ambientes, pois estes roedores transmitem doenças e pode até levar o ser umano ao óbito. Em pesquisas realizadas, a Vigilância de Saúde constatou que em 32,57% dos locais pesquisados, o lixo estava acessível aos roedores e em 30,7% das casas, as equipes de saúde verificaram que os ratos também consomem ração para animais de estimação. Mas a mais comum e o alimento dos próprios moradores com (24,4%), são frutas, biscoito, pães, entre outros que são deixados em locais de fácil acesso.
A forma de entrada dos ratos nos domicílios foi explorada na pesquisa e segundo a análise, a maioria deles entram nos imóveis pelo alto, pelos cabos de eletricidade e telefonia. Outras rotas utilizadas são os canos de esgoto, por onde passam normalmente as ratazanas, e os buracos nos muros e paredes, adotados por qualquer das três espécies de ratos urbanos. São eles: a ratazana, o camundongo e o rato de telhado, destes, o rato de telhado é o que mais preocupa as vigilância sanitária. Este tipo vive em telhados e forros de casa e consegue andar sobre fios de luz e telefone, além de escalar paredes e subir em árvores. Todo controle é válido para afastar essa praga, que muitas vezes atua sem a percepção dos moradores de casas e regiões.

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